
Apenas 40% da frota de ônibus da cidade, que totaliza 1.400 veículos, circula desde 5h30m. A greve é por tempo indeterminado. O assessor de transporte do Instituto Municipal de Transportes e Trânsito (IMTT), Ayr José, afirmou que a greve está de acordo com a lei. Segundo ele, vão ser assegurados 40% da frota e a utilização de veículos executivos e alternativos como ônibus comum.
Em entrevista ao Portal Amazônia, o Presidente do Sindicato dos Rodoviários afirmou que há dois meses eles estão negociando o ajuste salarial e os empresários ainda não tomaram providências.
- Enquanto não houver acordo com os empresários para o ajuste salarial, iremos realizar greves, e se não conseguirmos esse acordo hoje, na sexta-feira, a paralisação será de 70% da frota - afirmou Josildo.
Em duas reuniões realizadas no 11º Tribunal de Justiça do Amazonas, o representante do Sindicato das Empresas de Transportes Urbanos, Fernando Moraes, apresentou como proposta 4% de reajuste parcelado - 2% este mês e outros 2% em setembro. Além de não conceder o reajuste de 10%, as empresas também não aceitaram acabar com o desconto dos assaltos nos ônibus no contracheque do cobrador e do motorista.
Fonte: O GLOBO - CIDADES

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